O PT, partido dito "dos Traficantes" por uns, "dos Trambiqueiros", por outros, se julga a vestal mais pura, os intelequituais mais raros; enfim, a última bolacha do pacote. São néscios, quanto muito.
No desespero de aparecer para a patuleia que recebe benefícios dos estado, bolsas e auxílios que já duram duas décadas ou mais, comprou uma escola de samba de Niteroi para cantar, bem, puxar o saco do Molusco na Sapucaí. Em Sampa, um pouco mais sutil, distribuíram abanadores com a cara do pinguço corrupto e pedido de votos. Tudo ilegal, motivo para multas e mesmo cassação da chapa e dos direitos políticos dos "chapados" e suas varejeiras, Janja no meio. Se for seguir a jurisprudência Xandaniana, caberiam multas a partir de 1 milhão, já que o espetáculo foi alimentado por verbas federais, estaduais e municipais.
Mas o melhor mesmo foi o resultado colhido. Vejam o que o Lulômetro, um tracking do Antagonista publicou em meio as cinzas desta Quarta:
Com se pode constatar, Ruim/Péssimo subiram 2 pontos (pior nível), Ótimo/Bom caiu 1 ponto (também pior nível) e o item mais significativo, os café-com-leite do Regular caiu 1 ponto também. Eu considero este o índice mais importante.
Em época de eleição surgem muitos "cientistas políticos". Eu desconheço tal ciência, mas se eles dizem eu não retruco para não ofender. Tem um sulista que faz uma conta de padaria dizendo que Lula tem 45%, Flávio B. tem outros 45% e no meio tem 10% de indecisos. Nada mais falso. No 1º turno de 2022, votos nulos e abstenções foram 25,36% do eleitorado! Mais de ¼ do eleitorado se omitiu.
No segundo turno, o tudo ou nada, a soma dos omissos foi um pouco menos pior? 25,18%, ainda superior a ¼ do eleitorado. Basta olhar para este simples fato, que a conta do cientista gaúcho não fecha. Qualquer candidato que for garimpar nos 10% de indecisos vai garimpar no lodo.
Existe uma explicação (minha) para tamanha abstenção e ela sempre existiu: analfabetismo, burrice ou simples indiferença. Na sua grande maioria, essas pessoas são do rol daquelas que recebem algum subsídio estatal, ou mesmo mais de um, e não querem correr o risco de perdê-lo. Talvez uma lei que suspendesse o título de eleitor de todo e qualquer cidadão que receba qualquer ajuda do estado, de qualquer instância, para seu benefício direto ou de sua família, tanto ele quanto os correlatos beneficiados não poderiam votar, guardada uma carência mínima de 2 anos cessado o benefício. Uma medida assim não o prejudicaria financeiramente, mas o retiraria da situação de refém do estado.

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