Mostrando postagens com marcador aparelhamento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador aparelhamento. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 13 de julho de 2012
quarta-feira, 4 de julho de 2012
Outro contra-vapor
Continua a render juros negativos o episódio Paraguai vs. "Tríplice Aliança", na verdade um ménage à trois político. É como dizia minha avó: "não adianta espremer que sai entre os dedos..."
Pois é... já se foi o tempo que o Itamaraty era o forte do Brasil. Agora eles só dão bola fora...
Paraguai pode, enfim, aprovar base dos EUA
Questão controversa há anos no Paraguai, a instalação de uma base militar no país poderá agitar as eleições marcadas para abril. Suspenso da Unasul e do Mercosul, além de abrir caminho para alianças econômicas com Europa, China e EUA, o Paraguai cederia espaço estratégico na fronteira da Tríplice Aliança, “reduto terrorista”, segundo os americanos. O Mercosul vetava qualquer discussão sobre o tema.
Olho no Aquífero
Com a pretendida base no Paraguai, os EUA pretendem monitorar a maior reserva de água subterrânea do mundo, o Aquífero Guarani.
Sonho antigo
O Paraguai tem acordo de treinamento militar com os EUA, mas o ex-presidente Fernando Lugo resistia à instalação da base militar.
Inimigos, pero...
O bravateiro Hugo Chávez adora falar mal dos Estados Unidos, mas Obama continua sendo o maior comprador de petróleo da Venezuela.
Por pouco
Lula daria “pitacos” na reunião do Mercosul em Mendonza, Argentina. Não foi, para “preservar a voz” e porque Hugo Chávez também não foi. Poupamos a grana de cinco seguranças que o acompanhariam.
Na lista
O presidente do Uruguai, José Mujica, é candidato ao troféu “Biruta de Aeroporto” de 2012: disse antes que era a favor da entrada da Venezuela no Mercosul, agora revela ter sido pressionado pelo Brasil.
Pois é... já se foi o tempo que o Itamaraty era o forte do Brasil. Agora eles só dão bola fora...
terça-feira, 3 de julho de 2012
Pela culatra
Pode sair pela culatra o tiro dado na democracia paraguaia, patrocinado pela presidenta argentina — la viuda de Kirchner — e bobamente encampado por Dilma, Lula e pelo Itamaraty. Nunca antes na história dessepaiz a incompetência galgou cargos tão altos em Brasília.
Abaixo, algumas notas na mídia:
Toda essa trapalhada, espera-se, ajude a detonar com esse arremedo de mercado comum. Aliás, como está claro acima, de mercado o Mercosul não tem nada — nem mesmo a semelhança com uma feirinha de bairro.
E Dilma teve o despautério de dizer que "a entrada da Venezuela foi por puro pragmatismo." Se foi, estava regado a 51.
Abaixo, algumas notas na mídia:
Livre comércio com EUA é opção para o Paraguai
O governo brasileiro agora está preocupado com as conseqüências de sua barbeiragem, ao colaborar na suspensão do vizinho estratégico Paraguai do Mercosul. É que o troco paraguaio pode ser devastador para o futuro do próprio Mercosul: correr para o abraço, assinando com os Estados Unidos um acordo de livre comércio. Assinar esse acordo é um velho sonho paraguaio que conta com a simpatia norte-americana.
Vaso quebrado
O Brasil vai tentar juntar os cacos e impedir o acordo de livre comércio com os EUA, que inviabilizaria o retorno do Paraguai ao Mercosul.
Dividir para reinar
O interesse dos EUA não é conquistar o mercado paraguaio para os seus produtos, mas concretizar o antigo projeto de dividir o Mercosul.
Só falta enterrar
Medidas protecionistas dos países-membros inviabilizaram o Mercosul como “mercado comum”. Foi reduzido a projeto de união aduaneira.
Bem feito
A entrada no Mercosul “Será prejudicial à Venezuela”, segundo a maioria dos votos na enquete do El Universal, o maior jornal do país.
Toda essa trapalhada, espera-se, ajude a detonar com esse arremedo de mercado comum. Aliás, como está claro acima, de mercado o Mercosul não tem nada — nem mesmo a semelhança com uma feirinha de bairro.
E Dilma teve o despautério de dizer que "a entrada da Venezuela foi por puro pragmatismo." Se foi, estava regado a 51.
domingo, 1 de julho de 2012
O verdadeiro golpe
Pesquei este artigo ontem, mas como já tinha escrito bastante, deixei para publicar hoje — dia em que pretendo descansar. Aliás, o mote do texto que repasso a vocês já foi tratado aqui mesmo.
O verdadeiro golpe no Paraguai
por Sandro Vaia (*)
A TV estatal do Paraguai ficou 26 minutos fora do ar por falta de energia elétrica e os alucinados constitucionalistas da Constituição alheia que cresceram como erva daninha nas redes sociais, viram isso como um sintoma de “repressão” e atentado às liberdades públicas.
Nunca se viu um golpe de Estado tão modorrento. Fora dos protestos protocolares de partidários do presidente deposto, o Paraguai continuou levando a sua vida de rotina.
O microfone da TV pública ficou aberto, o ex-presidente protestou diante de suas câmeras, o Congresso fez tudo dentro da normalidade, a Suprema Corte disse que tudo foi feito dentro da normalidade e até o advogado do deposto disse que tudo foi feito dentro da normalidade.
Mas muita gente não gosta da normalidade paraguaia e insiste em chamar de golpe uma decisão tomada por mais de 90% dos parlamentares, que se basearam rigorosamente na letra do artigo 225 da Constituição de seu país.
Dizem que foi tudo muito rápido e surpreendente. Que não houve tempo para defesa. Que o rito foi muito sumário. Mas tudo está previsto na Constituição, que dá ao Senado a atribuição de fixar o rito para o julgamento, o que foi feito através da Resolução 878.
O que resta dizer? Que a Constituição é de mau gosto e “disgusting” ao fixar um etéreo “mau desempenho” como motivo de impeachment?
Que o Legislativo paraguaio não tem polidez, educação e bons modos ao dar tão pouco prazo para a defesa do acusado?
É um pouco de cinismo e hipocrisia achar que dar mais tempo de defesa ao presidente destituído poderia salvá-lo do impeachment.
A queda dele foi resolvida por razões políticas, e nem 400 dias de prazo de defesa poderiam salvá-lo. Ele simplesmente perdeu catastroficamente o apoio político de sua base de sustentação e a votação do processo de impeachment apenas confirmou que ele perdeu as condições mínimas de governabilidade.
Se a Constituição do Paraguai tem um defeito, ele é de concepção: fixou critérios quase parlamentaristas para julgar um governo presidencialista. O presidente ganhou um voto de desconfiança – que apelidaram de “mau desempenho”- e caiu.
Como provar alguma coisa como “mau desempenho” se não através de critérios puramente políticos?
Essa é a Constituição que o Paraguai tem, não a que os palpiteiros da UNASUL acham que deveria ter.
Na Venezuela, por exemplo, casuísticas normas eleitorais permitem que 51% dos eleitores elejam 66 deputados enquanto 49% elegem 96 deputados- do partido do governo, claro. Alguém reclamou?
Enquanto a normalidade da vida democrática foi mantida no Paraguai e o próprio Lugo anunciou que pretende candidatar-se de novo nas eleições de abril de 2013, além de manifestar-se contra sanções econômicas contra seu país, a UNASUL e o Mercosul afastam o Paraguai de seu convívio, com a aquiescência bovina da diplomacia brasileira, a reboque do ativismo “bolivariano”.
É fácil concluir qual é o verdadeiro golpe no Paraguai e qual é seu objetivo: afastar o único obstáculo à entrada da Venezuela no Mercosul.
As tais “cláusulas democráticas” só valem para enquadrar os inimigos. Para os amigos, nem a lei.
(*) Sandro Vaia é jornalista. Foi repórter, redator e editor do Jornal da Tarde, diretor de Redação da revista Afinal, diretor de Informação da Agência Estado e diretor de Redação de “O Estado de S.Paulo”. É autor do livro “A Ilha Roubada”, (editora Barcarolla) sobre a blogueira cubana Yoani Sanchez. E.mail: svaia@uol.com.br
sexta-feira, 29 de junho de 2012
Quantos juízes Lula tem no seu bolso?
Trecho de programa conjunto das rádios Band SP e BandNews BSB de hoje, com a participação de Cláudio Humberto, José Paulo de Andrade, Salomão Esper, Rafael Colombo e Joelmir Beting, onde se comenta o voto pró-Contas-Sujas do ministro Dias Tófoli e a revisão do princípio do voto partidário.
BandNewsBSBManhã 120629 (43171-57730) by FaxinaPolítica
Perguntas:
BandNewsBSBManhã 120629 (43171-57730) by FaxinaPolítica
Perguntas:
- Precisamos de uma "Justiça Eleitoral", essa jabuticaba tão brasileira?
- Precisamos de juízes que legislam ao invés de julgar?
- Precisamos de uma justiça que, quando julga, reinterpreta a lei segundo uma conveniência partidária?
- Que benefício se espera dela? Não é ela que, apesar do alto custo, tarda e falha?
- Será que "nossas justiças" promovem mesmo a Justiça ou apenas servem aos patrocinadores dos seus ministros?
- Na linha do comentário feito pelo ministro Marco Aurélio sobre a "excomunhão da Justiça Eleitoral", não seria oportuno "excomungar" também a Justiça do Trabalho, outro alto custo e pouco resultado?
- E o povo? O que é que o povo ganha disso aí?
quinta-feira, 14 de junho de 2012
Envergonhando os desavergonhados — Ou: Como os burocratas roubam os contribuintes — Ou: Até parece que vocês não conhecem Banânia...
Uma das minhas publicações favoritas é a revista especializada em economia e negócios The Economist, que acompanho pela versão online. Fica aqui a dica de leitura.
Hoje leio nela uma matéria deliciosa sobre nosso "serviço público", uma das razões pela qual retornam apenas 3% (três por cento) das arrecadações tributárias — uma das maiores do mundo — aos "felizes" habitantes pagadores de impostos de Banânia.
Não é pouco o que se arrecada aqui. Os números oficiais mostram que a fatia de impostos que pagamos monta a 38% (trinta e oito por cento) do PIB, isto é, R$ 1,574 trilhões. Feitas as contas, apenas R$ 0,047 trilhões (ou R$ 472 bilhões) retornam para a sociedade na forma de investimento, daí para baixo, o que é absolutamente insuficiente. Basta olhar ao redor para ver.
A pergunta de R$ 1,527 trilhões (isto é, 1,574 tri menos 0,047 tri) é: o que é feito com o resto dos tributos pagos? Bom, o Estado gasta consigo próprio! É disso que trata a matéria da The Economist, no seu estilo jocoso e característico. Segue um trecho, grifos meus. Íntegra aqui. Versão traduzida (by Google) aqui.
Bom, se você ainda não leu o suficiente, leia a íntegra do original ou a tradução automática pelos links dados acima.
Não vou dizer que o conteúdo da matéria é novidade. Aqui mesmo, na Faxina Política, já desmascarei o esbulho da coisa pública. Chamamos os ladrões para cuidar do Erário, entregamos as galinhas às raposas há muito tempo; não era para se esperar nada diferente. O que chama a atenção é que nossa irresponsabilidade comece a chamar a atenção do pessoal lá fora, os mesmos de cuja mesa desejamos participar, quiçá um dia.
O que me pareceu — pelo texto da matéria — é que eles se darão por satisfeitos em nos atirar um osso ou dois, para que não os incomodemos com olhares de súplica, fome e eterna admiração, até porque a vergonha é toda nossa.
Pior! Eles podem querer participar do butim! Se é assim tão fácil roubar os cordeirinhos de Banânia, por que não eliminar o middle man? E pensar que os sindicatos dos funcionários públicos de São Paulo estão preocupados com o roubo e sequestro dos seus nababos afiliados... Devem se preocupar com a invasão! Eles e nós, enquanto não se fazem as reformas...
Hoje leio nela uma matéria deliciosa sobre nosso "serviço público", uma das razões pela qual retornam apenas 3% (três por cento) das arrecadações tributárias — uma das maiores do mundo — aos "felizes" habitantes pagadores de impostos de Banânia.
Não é pouco o que se arrecada aqui. Os números oficiais mostram que a fatia de impostos que pagamos monta a 38% (trinta e oito por cento) do PIB, isto é, R$ 1,574 trilhões. Feitas as contas, apenas R$ 0,047 trilhões (ou R$ 472 bilhões) retornam para a sociedade na forma de investimento, daí para baixo, o que é absolutamente insuficiente. Basta olhar ao redor para ver.
A pergunta de R$ 1,527 trilhões (isto é, 1,574 tri menos 0,047 tri) é: o que é feito com o resto dos tributos pagos? Bom, o Estado gasta consigo próprio! É disso que trata a matéria da The Economist, no seu estilo jocoso e característico. Segue um trecho, grifos meus. Íntegra aqui. Versão traduzida (by Google) aqui.
Shaming the unshameable
How the bureaucrats rob the taxpayers
WHEN his time as São Paulo’s mayor finishes at the end of the year, jokes Gilberto Kassab, he will look for work in the garages of the city’s municipal assembly. This month the city’s legislature published, for the first time, the salaries of some of its 2,000 employees. Half the 700 people named, paulistanos were surprised to learn, take home more each month than the assembly’s chairman, who earns 7,223 reais ($3,508) after tax.
As well as parking attendants, the fat cats included press officers and a nurse in charge of a drop-in clinic for municipal workers who earns 18,300 reais a month after tax, 12 times the average private-sector wage. Their pay cheques were boosted by annual increments, long-service bonuses and the practice, standard in Brazil’s public sector, of claiming a large pension in your early 50s and staying on the job.
Publication of the data angered public-sector unions, which claimed it put their members at risk of theft or kidnap. Taxpayers doubtless feel that the robbery has been inflicted on them.
Bom, se você ainda não leu o suficiente, leia a íntegra do original ou a tradução automática pelos links dados acima.
Meu pitaco:
Não vou dizer que o conteúdo da matéria é novidade. Aqui mesmo, na Faxina Política, já desmascarei o esbulho da coisa pública. Chamamos os ladrões para cuidar do Erário, entregamos as galinhas às raposas há muito tempo; não era para se esperar nada diferente. O que chama a atenção é que nossa irresponsabilidade comece a chamar a atenção do pessoal lá fora, os mesmos de cuja mesa desejamos participar, quiçá um dia.
O que me pareceu — pelo texto da matéria — é que eles se darão por satisfeitos em nos atirar um osso ou dois, para que não os incomodemos com olhares de súplica, fome e eterna admiração, até porque a vergonha é toda nossa.
Pior! Eles podem querer participar do butim! Se é assim tão fácil roubar os cordeirinhos de Banânia, por que não eliminar o middle man? E pensar que os sindicatos dos funcionários públicos de São Paulo estão preocupados com o roubo e sequestro dos seus nababos afiliados... Devem se preocupar com a invasão! Eles e nós, enquanto não se fazem as reformas...
sexta-feira, 13 de abril de 2012
Atirando a esmo no que achou que viu
A coluna de hoje do Cláudio Humberto, em geral bastante responsável, destaca (grifos meus):
Na TAM, Rio-Ilhéus custa o mesmo que Rio-Paris
A falta de critério na exploração dos clientes atinge níveis absurdos na aviação civil. Quem mora no Rio e quiser passar o feriadão do Dia do Trabalho em Ilhéus (BA), a 1.002km de distância, terá de pagar à TAM R$ 3.732,52 por passagem ida e volta, mas só se quiser retornar às 9h45. Para voltar às 16h58, o preço sobe a R$ 4.486,52. No mesmo período, paga-se um pouco menos pela passagem Rio-Paris, ida e volta (R$ 3.727,50), ou menos da metade (R$ 1.714,47) Brasília-Miami.
![]() |
| Será também mais barato! |
Não há outra leitura possível — “a TAM é uma exploradora do pobre povo brasileiro!” — o que não é verdade. E, acredite, não ganho um tostão da TAM para defendê-la, meu desejo é apenas alertar para o que está por trás do descalabro: falsas profecias. Afinal, ir do Rio a Ilhéus e voltar — um trecho de umas duas horas e meia — não pode custar mais que as onze horas da rota alternativa. Não mesmo!
Mesmo assim, acredite, nem a TAM, nem qualquer outra companhia do gênero, pratica tais preços por exploração. A palavra usada é forte, inapropriada e leviana. Não é a empresa que nos explora, é o País. Como bem disse uma vez o grande economista Roberto Campos, "o governo é o gigolô oficial de todos nós", TAM no meio. Nem me dei ao trabalho de pesquisar, mas vamos considerar alguns itens:
- O preço da passagem Brasil-França — por imposição do Brasil — é maior que qualquer França-outro_país de igual distância ou mesmo distância maior. Com a palavra, a ANAC.
- O Brasil tem um dos combustíveis de aviação mais caros do mundo. Indo a Paris, chances há de o combustível da volta ser bem mais em conta. ANP e Petrobrás que te expliquem.
- O custo de parking (valor cobrado da aeronave pelo uso do pátio — a Faixa Azul dos Boeings e Airbuses) também é dos mais obscenos aqui e certamente maior que o de lá. Mais um desconto por conta da Infraero.
- E já que falei no Demônio (aqui tudo é Infraero), ou seja, taxas aeroportuárias fixas, não importa se você vai pousar e decolar para pegar um brazuca ou dois ou duzentos. No outro caso, via de regra, vai gente até no maleiro — economia de escala, maximização dos custos.
- Por fim e para não me alongar, dizer que não é lícito comparar uma viagem internacional com uma nacional, procure saber o preço das viagens domésticas nos EUA. Lá se vai de costa a costa, distância maior que a do Rio-Paris, por muito menos que se vai de ônibus de BH a Guarapari.
Resumindo, o problema é tão nosso quanto nosso é o umbigo. Se vamos limpá-lo ou escondê-lo é que é a questão. À coluna do CH meus agradecimentos: já sei onde vou passar meu próximo feriadão. Ha! Ha! Ha!
E independente do destino, tenham todos uma boa viagem! Au 'voir!
segunda-feira, 5 de março de 2012
Chute nos fundilhos não será suficiente
A FIFA acha que o Brasil de hoje é o mesmo dos tempos de Havelange ou mesmo aquele de 1950. Não é! O Brasil de hoje é o Brasil da corrupção, do empreguismo, do aparelhamento do Estado e dos conchavos mantenedores da base-aliada. A ameaça de se donner un coup de pied aux fesses não fará com que as coisas venham a acontecer em prazo hábil: estamos a poucos anos de passar pelo maior fiasco internacional da história dessepaiz. É necessário que se diga ao Valcke e à FIFA que fazer não é um verbo constante do dicionário lulo-petista; eles conjugam melhor o verbo falar.
Mas a derrapada verbal do secretário da FIFA encontrou eco nos corredores palacianos. O zum-zum nervoso do Marco Aurélio "Top-Top" Garcia e a coletiva do ministro Rebelo chegaram até a FIFA, onde alguns aspones resolveram procurar por toalhas quentes umedecidas. Bobagem! Vocês da FIFA deveriam ter se informado melhor quando acreditaram que a Copa aqui seria um bom negócio. Acreditaram no futebolez — uma variante do lulês — do Nosso Guia e nem se deram ao trabalho de passar aqui e ver o estado de abandono em que se encontra o País. Podem começar a procurar por outra sede porque se os jogos forem aqui o Pais trava!sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Transparente como uma burka
Lembram-se de quando os petistas falavam de "transparência"? Vejam o quão opaca é a transparência deles: matéria publicada na coluna do Cláudio Humberto, grifos meus:
Está no limbo há quase 15 anos projeto de lei que obriga a divulgação do percentual dos tributos embutidos em cada produto. Os consumidores, segundo o projeto, devem ser informados do valor da carga tributária na nota fiscal do produto ou serviço, que compõe o pacotão de 35,21% em impostos. Existem mais de 20 projetos sobre o mesmo tema e 10 requerimentos solicitando inclusão na ordem do dia para votação. Cândido Vaccarezza (SP), líder do governo, alega que só pode aprovar a matéria após consenso sobre a reforma tributária. Ou seja, nunca.
O Brasil atingiu o recorde de R$ 1,5 trilhão de impostos pagos em 2011. É emergente com a maior carga tributária do planeta.
Nem há o que falar. Esse pessoal não entrou para o governo para consertar malfeitos, como gosta de dizer a presidenta, mas para institucionalizar o roubo, a corrupção e se perpetuar no poder. Eu aviso: eles jamais serão removidos de lá pelo voto — já controlam esse processo também —, mas apenas e tão somente pelo uso e emprego da força.
Este é um argumento que eles entendem e temem, mas você pode continuar pensando que nas próximas eleições "o exercício democrático da cidadania" prevalecerá. Não! — será mais do mesmo — porque não há Democracia sem oposição nem alternância de Poder.
O bom político é aquele que teme seu eleitorado.
Marcadores:
aparelhamento,
base aliada,
compra de votos,
congresso,
corrupção,
curral eleitoral,
eleições-2012,
ignorância,
impostos,
pt,
reformas,
tributação
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
Muita esperteza
Aqui em Minas se usa dizer que "esperteza quando é muita vira bicho e come o esperto". Dizem que quem gostava muito da frase era o finado Tancredo Neves, avô e mentor do hoje senador Aécio Neves, virtual candidato à Presidência da República em 2014. Lendo a matéria publicada no Estadão, tenho dúvidas se Aécio ouviu a tal frase do avô. Repasso trechos, grifos meus.
Aécio fala em aliança com PSB em 2014
Embora reconheça que sigla seja aliada do governo federal petista, senador tucano diz que 'as coisas podem estar diferentes' até a eleição
MARCELO PORTELA, BELO HORIZONTE
O senador Aécio Neves (PSDB-MG) admitiu ontem a possibilidade de o partido tentar uma aproximação com o PSB para a corrida pela Presidência da República em 2014. Cotado como um dos principais nomes do tucanato para disputar a sucessão presidencial, o senador lembrou que os socialistas atualmente integram a base do governo, mas ressaltou que "em 2013 ou em 2014 as coisas podem estar diferentes".
[...]
Aécio ressaltou que é preciso "respeitar a posição" do PSB, hoje um partido aliado do Palácio do Planalto, mas lembrou que o PSDB já tem proximidade com os socialistas em várias cidades, como em Belo Horizonte, onde os tucanos devem reeditar a coligação em torno da reeleição do prefeito Marcio Lacerda (PSB), cuja vitória em 2008 também teve apoio do PT. Para expandir essa aliança ao cenário nacional, porém, o senador acredita que os tucanos precisam apresentar "um projeto que signifique expectativa de poder, um modelo novo para o Brasil".
"Vamos definir cinco ou seis grandes bandeiras que vão emoldurar as nossas candidaturas, inclusive nas eleições municipais", afirmou Aécio. "O PSDB tem que ir definindo, clareando essas suas ideias e, em 2013, vamos ver aqueles que queiram se unir em torno desse projeto. E o PSB tem conosco relações importantes em vários Estados. Temos de dar tempo ao tempo. O PSB hoje participa da base de governo, mas em 2013 ou em 2014 as coisas podem estar diferentes", observou.
O tucano voltou a defender a realização de prévias para a escolha do nome que disputará a Presidência pelo PSDB, daqui a menos de três anos. "Ninguém é candidato de si próprio. Acho que o PSDB tem nomes colocados e, lá na frente, vamos definir quem é o melhor."
[...]
Após encontro com o governador de Minas, Antonio Anastasia (PSDB), na manhã de ontem, Aécio afirmou que adotará a mesma posição em relação à sucessão na capital mineira. Apesar de classificar como "natural" a reedição da aliança com o PSB de Lacerda, o senador disse que a "negociação vai ser conduzida pela direção municipal" do partido, já que a parte majoritária do PT mineiro, que também defende a coligação com os tucanos em torno do socialista, reivindica a indicação do vice, como ocorreu em 2008.
Aécio é político hábil e sagaz, isto é inquestionável, mas acho que ele pode estar julgando o PSB nacional pelo PSB de Márcio Lacerda, atual prefeito de Belo Horizonte e pessoa de seu relacionamento. Não é não — e digo mais — Aécio não devia se sentir tão à vontade em meio aos socialistas — esse pessoal "de esquerda" tem uma forma bem peculiar de fazer alianças e de "cobrar" contrapartidas —, basta ver no balcão de negócios que se transformou o governo petista.
O PSDB foi bastante feliz na aliança celebrada com o antigo PFL — hoje o Dem — e juntos criaram um governo sério, comprometido com a higidez fiscal, o investimento produtivo (ainda que pequeno para o tamanho e a necessidade do país) e claramente favorável à livre iniciativa, à redução da interferência estatal na economia e à redução de impostos (infelizmente, o maior esforço foi feito na desoneração das exportações, quando podia ter sido mais amplo).
Tudo posto à mesa, é de se perguntar se não é passada a hora de um governo de direita assumir o Brasil. Fala-se da "direita" como se fosse o outro nome do Demônio e isso após 9 anos de governos "de esquerda" cuja maior façanha foi a produção de escândalos, a formação de quadrilhas, o aparelhamento do Estado e da coisa pública para seus interesses privados. Se eu sou contra tudo isso, então sou "de direita", não há porque ter vergonha, pelo contrário, é motivo de orgulho ser reto, probo e honesto.
E como imagens valem por mil palavras, passo a vocês uma boa imagem do que é a esquerda e o que é a direita. As imagens falam por si, eloquentes. Abaixo de cada uma delas um breve texto explicativo.
![]() | |
| As duas Coreias, a do Norte (em vermelho) acima e a do Sul (verde) abaixo |
![]() |
| As Coreias vistas à noite por satélite Só pelo uso de energia elétrica sabe-se quem é "de direita" |
![]() |
| Tira-teima: montagem das duas imagens |
Voltando ao tema, é preciso perguntar ao cidadão brasileiro o que ele deseja ver acontecer aqui, porque o projeto político das esquerdas — em qualquer lugar do mundo onde ocorreu — é um projeto de Poder, nunca um projeto político que vise o bem estar social, o progresso e o crescimento, como pregam. Aécio devia se perguntar com qual discurso venderá seu peixe, porque esse peixe "das esquerdas" já tem discurso e vendedor, o PSB entre eles.
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
Quando a hienas riem
Algo separa o país que trabalha do país que governa. Vejam esta matéria da Exame (grifos meus):
Se geração de emprego melhorar 'estraga', diz Mantega
Para ele, "a população brasileira nunca esteve tão bem servida de emprego"
Quando os governantes começam a rir
é chegada a hora do povo se preocupar.
Mesmo com a desaceleração do ritmo de contratações neste ano, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse hoje que a geração do emprego foi muito boa e que "se melhorar, estraga". Ele acrescentou ainda que se o desempenho do emprego fosse igual ao verificado em 2010, faltaria mão de obra.
Para ele, "a população brasileira nunca esteve tão bem servida de emprego". "Dois mil e doze vai ser melhor do que 2011", frisou. "A população pode confiar que vai ter emprego", acrescentou. O ministro destacou ainda que normalmente nos meses de dezembro existe um número maior de demissões por conta da contratação de temporários.
Mantega comentou ainda a taxa de desemprego do IBGE, que chegou a 5,2% em dezembro - a menor da série histórica. "Talvez seja o melhor atributo de um país". Isso porque, países como Estados Unidos e os europeus estão convivendo com elevadas taxas de desemprego. Para Mantega, "2011" foi excepcional na geração de empregos.
No último dia 20 eu publiquei uma matéria sobre a queda no nível de emprego com base nos dados do CAGED, cujo eloquente gráfico reproduzo aqui mais uma vez:
Ministro, largue o "baseado" e caia na real: há muito para ser feito e os únicos empregos que seu governo tem criado são aqueles na Esplanada: 39 ministérios e crescendo! Era a esses empregos que você se referia, não é?!
domingo, 18 de dezembro de 2011
Verdadeira como uma nota de três
Já disse aqui mais de uma vez: "Dilma soa falso." Não que seja absolutamente verdade, não todo tempo, mas, via de regra, é como ela soa. Reproduzo a última coluna da Cristiana Lôbo no portal G1 (grifos meus):
Economia e política
Ao fazer o balanço do primeiro ano de seu mandato, a presidente Dilma Rousseff demonstrou que é muito mais preocupada com a economia do que com a política. Ela começou o encontro falando de sua expectativa otimista para a economia no ano que vem – de crescimento entre 4,5% e 5%, acima das previsões de economistas e do mercado financeiro, mas fez questão de ressaltar que seu otimismo está sustentado nas medidas adotadas pelo governo para enfrentar a dificuldade no cenário internacional.
Segundo ela, a inflação também deve ceder e ficar dentro da meta “em curva descendente” e lembrou que o Brasil “tem margem de manobra” na política monetária, o que não é o caso de muitos países da Europa. Mas realçou:
– Isso também porque nós nos antecipamos ao que vinha no cenário externo. A área econômica fez uma avaliação e viu que a crise era forte. Pouco antes da metade do ano, acendemos o sinal vermelho e percebemos que a crise seria de longo prazo com picos críticos – afirmou.
Quando o assunto era a política, a presidente fez questão de falar num tema que tem lhe dado aumento de popularidade, como revelou pesquisa divulgada hoje pela CNI/Ibope:
– O governo não tem compromisso com mal-feitos; é tolerância zero – disse ela que deu indicações de que pretende ser mais criteriosa na indicação de ministros por indicação partidária. Ela afirmou que cada vez mais os critérios de governança internos devem prevalecer e não os partidários.
– A indicação é feita pelos partidos, mas a partir da nomeação, o ocupante do cargo deve satisfações somente ao governo. Uma coisa é a governabilidade; uma fez nomeado, ele presta contas ao governo e a mais ninguém – disse.
- Crescimento entre 4,5% e 5% no ano que vem nem por interferência divina! A Europa vai caindo pelas tamancas, os Estados Unidos estão fazendo para o gasto e a China não vai conseguir o mínimo de 10% que precisa para se manter porque seus principais mercados — Europa e EUA — estão em dificuldades.
- Seu otimismo está sustentado apenas nas mentiras do seu governo. Também já disse aqui mais de uma vez: "A política do PT é mentir sempre, até que a mentira ser aceita como verdade, como ensinou Herr Doktor Goebbels."
- A inflação está em curva ascendente e não há margem de manobra já que o crescimento é zero e os mercados mínguam. As commodities, que mantiveram as exportações em alta, também já encontraram seu ponto de inflexão. Por exemplo, a China já não está disposta a pagar aquilo que a Vale quer e a Vale não tem outro freguês para o lugar da China...
- O governo não se antecipou, como diz a presidenta. Na verdade, agiu tardiamente. Manteve uma política de juros altos e nenhum ou pouco investimento. Nossa indústria se encontra sufocada por altos tributos, burocracia, custos logísticos, etc. A tibieza do ministro Mantêga é tanta que perdi a conta das vezes em que precisou ir à mídia para se desdizer — falta apenas derreter no Verão. O cenário nào poderia ser pior para se enfrentar uma crise mundial.
- A tolerância para "mal-feitos", como gosta de dizer a presidenta, é total. Chegou ao cúmulo de não assinar o Tratado Anti-Corrupção de Genebra. Podia ter assinado, nem que fosse para manter as aparências, mas preferiu não arriscar. São muitos os pescoços de amigos que cabem na corda. Quanto aos seus "critérios de governo", eles se limitam a manter a base aliada a qualquer preço, nada mais. Se um partido pia, ela abre as asas como uma galinha choca.
- Se é verdade que os ministros devem satisfação ao governo, por que não se perguntou ao Pimentel o porquê de ter faltado à reunião da OMC, razão de sua ida à Suiça? Hein?! Ah! sei... era só para ele se afastar temporariamente do olho do furacão de mais um escândalo.
Escândalos, o único item da pauta em que o governo Dilma se esmerou nesse primeiro ano. Será que não dava para fazer alguma coisinha? Não é tarefa impossível. Vejamos, Itamar fez o Plano Real em menos de dois anos de governo. FHC consolidou o Real, fez privatizações, melhorou substancialmente a economia e o nível de emprego; modernizou o País. O lulo-petismo vem destruindo tudo isso sistematicamente. Basta abrir os olhos e ver. Basta perguntar: o que Lula e Dilma fizeram para o País em nove anos?Não fosse a oposição tão fraquinha e mansa, este governo já estaria na latrina, destino certo e apropriado para governos petistas e seus afins.
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Moonwalking 2: "O espetáculo do crescimento"
![]() |
| Crescimento do PIB brasileiro (Fonte: IBGE) — Clique para ampliar |
![]() | |
| 9 anos de governo "progressista" e o Brasil despenca morro abaixo. |
Lamentavelmente, a única coisa que tem crescido, consistentemente, é a corrupção e ela é a maior causa dessa nossa vocação para o desastre. A corrupção não é uma exclusividade de governos petistas (ou de esquerda), claro que não; corrupção é como a gripe — universal e onipresente — existe em todo lugar, em todo governo, em toda coisa. Mas o leitor há de convir, nestes governos petistas, ela — a corrupção — foi elevada a um novo patamar. Digamos que usaram de muita expertise para tornar a corrupção uma "coisa" de governo. Foram além do mero profissionalismo (banditismo?); eles não se limitaram a profissionalizar a corrupção: eles a institucionalizaram. A corrupção foi elevada à categoria de INSTITUIÇÃO no Brasil. É... eu sei que soa terrível, mas não sou o único a dizer isso nem o primeiro.
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Sou contra!
![]() |
| Não se pode olhar para isto e achar que é normal. ISTO NÃO É! |
| CORRUPÇÃO: ou nos indignamos JÁ ou o País vira isso aí. |
Por exemplo, nós podemos dizer NÃO para este estado de coisas, porque há muito que não é só o butim do PT — toda a canalha que dá suporte a este governo aí, e que deu suporte ao governo anterior —, está metendo a mão sem cerimônias. É preciso por um fim nisso rápido, ou acabaremos vivendo numa toca de ratos. Eu não quero, não vou e sou contra!
Corrupção deveria ser o maior dos crimes hediondos; inafiançável e imprescritível.
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Um zero redondinho
Como este blog já alertou em artigos passados (procurem por "economia" e/ou "PIB"), o "sucesso" do lulo-petismo não passa de uma mentira repetida muitas vezes. Do alto da sua arrogância, tanto Lula quanto Dilma se arvoraram do "crescimento da economia brasileira". A verdade — como começa a ficar evidente — é que o Brasil cresceu APESAR do governo Lula, do PT e de seus associados. Falando assim — "na lata" — o Brasil cresceu porque o mundo inteiro cresceu, e cresceu pouco. Comparado aos demais BRICS, ficamos na rabeira.
Mas aqui, para a patuleia vil e ignara (e ponha ignara nisso), o pouco que cresceu, relativamente, foi mais que o bastante. É preciso admitir, Lula tem sorte. Estava no lugar certo na hora certa, e passados oito anos de vento em popa, ainda arruma uma jabuti para por em cima do poste. Aliás, a figura de um jabuti no poste é bastante apropriada: Dilma não faz nada — não pode fazer nada —, tal e qual um jabuti no alto de um poste. Ficará ali, guardando o lugar do dono, até que ele decida ser conveniente retirá-la para assumir. Toda a lama, ovos, pedras e impropérios serão dirigidos ao jabuti, assim como tem sido.
Como agora! Está lá no Estadão a notícia nada alvissareira de que o Brasil estagnou. Uê, mas nossa presidANTA não estava a se jactar que nenhuma crise nos atingiria, que nós tínhamos um mercado interno imune a ventos e trovoadas? Pois deviam caçar-lhe o diploma, mestrados e doutorados fake. Quem não soube administrar uma lojinha de 1,99 em Porto Alegre não ia saber lidar com as finanças de um País, não é? Olha aqui no que deu:
Sejamos honestos, o lulo-petismo tem "qualidades": são muito eficientes em aparelhar o Estado, em cooptar partidos e instituições, e na autopromoção. Afora isso, são como saúvas. Eu confesso, saúvas devem ter alguma boa qualidade que me escapa. Talvez por isto, pela minha própria ignorância, eu não veja outro modo de lidar com elas a não ser o extermínio. Se alguém souber de alguma serventia para as saúvas, me avisem! Deve existir ao menos uma que justifique poupá-las do triste fim. Afinal, já descobriram qualidades até mesmo nos cupins.
A mesma graça não reservo ao PT e ao lulo-petismo: é preciso acabar com eles antes que eles acabem com o Brasil, como se diz das saúvas...
Mas aqui, para a patuleia vil e ignara (e ponha ignara nisso), o pouco que cresceu, relativamente, foi mais que o bastante. É preciso admitir, Lula tem sorte. Estava no lugar certo na hora certa, e passados oito anos de vento em popa, ainda arruma uma jabuti para por em cima do poste. Aliás, a figura de um jabuti no poste é bastante apropriada: Dilma não faz nada — não pode fazer nada —, tal e qual um jabuti no alto de um poste. Ficará ali, guardando o lugar do dono, até que ele decida ser conveniente retirá-la para assumir. Toda a lama, ovos, pedras e impropérios serão dirigidos ao jabuti, assim como tem sido.
Como agora! Está lá no Estadão a notícia nada alvissareira de que o Brasil estagnou. Uê, mas nossa presidANTA não estava a se jactar que nenhuma crise nos atingiria, que nós tínhamos um mercado interno imune a ventos e trovoadas? Pois deviam caçar-lhe o diploma, mestrados e doutorados fake. Quem não soube administrar uma lojinha de 1,99 em Porto Alegre não ia saber lidar com as finanças de um País, não é? Olha aqui no que deu:
Com indústria e serviços em queda, economia fica estagnada no 3º tri
No acumulado de 12 meses, o crescimento da economia foi de 3,7%; no ano, o PIB avançou 3,2%
SÃO PAULO - A economia ficou estagnada no terceiro trimestre de 2011 na comparação com o período anterior, sobretudo pela queda da atividade na indústria e em serviços. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) ficou em 0% no período. Em valores correntes, o PIB foi de R$ 1,05 trilhão. (Clique no título para ver a reportagem completa, em especial ao infográfico.)
A mesma graça não reservo ao PT e ao lulo-petismo: é preciso acabar com eles antes que eles acabem com o Brasil, como se diz das saúvas...
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Truco!
Quem conhece o jogo de cartas sabe do que estou falando: o Lupi-lantra (royalties para o Roque Sponholz) trucou a Dilma. E tudo indica que ele tem carta (ou "bala") para isto, não é só blefe; intimidação.
E aí, Dilma? Vamos ver se depois de confabular com o Chávez você grita um "Vale seis! ... Rato! ... Ladrão de milho! ..."
Humm, eu disse "ladrão"? ... Humm, "rato""? ... Humm, "de milho"? ...
Ha! Ha! Ha!
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
O ovo do silêncio
Há um bom tempo eu assisti a um filme marcante, "O Ovo da Serpente", de Bergman (maiores informação em Inglês). Eu estava naquela fase revolta da vida que é a adolescência; lia muito, assistia a todos os filmes, peças de teatro; sempre procurando respostas para tudo. A verdade é que, salvo o óbvio, não encontrava respostas para quase nada — faltava-me a "idade da razão".
Hoje, não. Tudo aquilo me volta à memória e faz sentido. Vejo que a coisas que aconteceram numa época passada acontecem agora e podem ser evitadas. Como disse Einstein uma vez, “O mundo é um lugar perigoso de se viver, não por causa daqueles que fazem o mal, mas sim por causa daqueles que observam e deixam o mal acontecer.” Não deixar que o mal aconteça é uma das razões deste blog. Por maior que seja minha pretensão — não serei omisso!
Pois é, eu fico. Cada vez mais eu me choco com o que vejo, ouço e leio. Eu me choco e me revolto, porque o mal pode ser vencido, o mau punido. É preciso deixar isso bem claro, sair da retórica e partir para a ação, porque os parasitas do País não dormem.
Assim caminha o Brasil, um País rico e de gente boa, tão boa que beira à inocência infantil; é preciso mudar! Pobres crianças, quando verão a razão?
“O que mais preocupa não é o grito dos violentos, dos corruptos, dos desonestos, dos sem-caráter, dos sem-ética. O que mais preocupa é o silêncio dos bons.” (Martin Luther King)
Hoje, não. Tudo aquilo me volta à memória e faz sentido. Vejo que a coisas que aconteceram numa época passada acontecem agora e podem ser evitadas. Como disse Einstein uma vez, “O mundo é um lugar perigoso de se viver, não por causa daqueles que fazem o mal, mas sim por causa daqueles que observam e deixam o mal acontecer.” Não deixar que o mal aconteça é uma das razões deste blog. Por maior que seja minha pretensão — não serei omisso!
Pois é, eu fico. Cada vez mais eu me choco com o que vejo, ouço e leio. Eu me choco e me revolto, porque o mal pode ser vencido, o mau punido. É preciso deixar isso bem claro, sair da retórica e partir para a ação, porque os parasitas do País não dormem.
Assim caminha o Brasil, um País rico e de gente boa, tão boa que beira à inocência infantil; é preciso mudar! Pobres crianças, quando verão a razão?
“O que mais preocupa não é o grito dos violentos, dos corruptos, dos desonestos, dos sem-caráter, dos sem-ética. O que mais preocupa é o silêncio dos bons.” (Martin Luther King)
Assinar:
Postagens (Atom)
















