domingo, 8 de março de 2015

Dilma para presidente!

Um nome para o programa? "Minha casa, minha Dilma"

Meu pitaco:
 
Genial! O brasileiro é mesmo impagável...
Tome tento, presidentA! Você pode passar o próximo Dia Internacional da Mulher junto a um dos presidentes acima. Ha! Ha! Ha!

Às mulheres de bem meus cumprimentos pelo seu dia.

sábado, 7 de março de 2015

Dilma, pede pra sair!

Esta foi uma semana de cão para Dilma e a petralhada toda, Lula no meio — melhor — encabeçando a lista. Até notícia de que haveria em andamento um conchavo entre PT e PSDB, urdido nas entranhas do Planalto, saiu. A jornalista responsável pelo "furo" foi a Mônica Bergamo, da Folha. Aliás, sobre ela, não existe frase melhor que aquela d'O Antagonista: "Mônica Bergamo, sobre quem não temos suspeitas, somente certezas..." Touché, chapa-branca!

Quando a notícia saiu, dei Pitaco para minha lista de assinantes com o título "O conchavo PT - PSDB", o mesmo de O Antagonista, e desci a lenha em FHC. Hoje, leio o desmentido do ex-presidente na nota abaixo:

 "O momento não é para a busca de aproximações com o governo, mas sim com o povo. Este quer antes de mais nada que se passe a limpo o caso do Petrolão: quer ver responsabilidades definidas e contas prestadas à Justiça.

Qualquer conversa não pública com o governo pareceria conchavo na tentativa de salvar o que não deve ser salvo.

Cabe sim que as forças sociais, econômicas e políticas se organizem e dialoguem sobre como corrigir os desmandos do lulo-petismo que levaram o país à crise moral e a economia à recessão

Fernando Henrique Cardoso"

O que se pode deduzir da notícia dada por Mônica Bergamo e a nota de FHC? Ora, primeiro, não há dúvida de que o Planalto realmente tentou se aproximar do PSDB. Mônica pode ser chapa-branca mas não dá tiro n'água. Ela é jornalista do tipo que tem informações "de cocheira" e, em se tratando do governo petista, é de cocheira sem aspas mesmo. A notícia é estupefaciente — nada mais aloprado, certo? — mas vocês esperariam algo diferente da cabeça de Cardozo, o ministro da Justiça, ou de Luiz Inácio Adams da AGU?

Segundo, é bom notar que FHC não desmente a proposta-conchavo. O que ele diz na nota acima é que não quer aproximações com o governo Dilma, mas antes quer a apuração do Petrolão, dentre outras patuscadas dos incomPeTentes. Menos mal, mas não deixa de ser preocupante que o Planalto tenha visto em FHC, junto a Alckmin e Serra, a tábua de salvação para o atoleiro em que se meteram.

E para fechar, reproduzo o final de excelente artigo de Miguel Reale Júnior — Renúncia já! —, publicado no Estadão:

"No próximo dia 15, a passeata dos indignados deve clamar por patriótica e ampla renúncia. Dilma não tem condições éticas e políticas para governar, carente de qualquer credibilidade pelo passado nefasto e por ausência de autoridade moral: é apenas a triste condutora de sua herança maldita com um séquito de ex-ministros investigados.

A saída da crise é ainda mais estreita com representação do procurador-geral, pois Eduardo Cunha e Renan também devem renunciar à presidência de suas Casas. Malgrado a presunção de inocência, não contam com as imprescindíveis confiança e independência para desinfetar o Brasil.

Renúncia já: a única via em busca de pacto sério para reconstrução do País."


Diante do que disse FHC e Miguel Reale Jr., não restam dúvidas, a melhor saída seria a renúncia. Qualquer outra alternativa, até mesmo o Impeachment, só prejudicaria ainda mais o País e a sociedade. Fica a dúvida: teria Dilma grandeza para tanto? Eu digo que NÃO. Ela é burra demais até para isto!

O fato é que o atual governo havia acabado antes mesmo de começar. Faltava-lhe legitimidade e ainda falta. Não quero me referir à vontade dos não-eleitores da governanta — eu no meio —, refiro-me aos que votaram nela na esperança de receber algumas migalhas de pão seco e embolorado que não vieram e que não virão. Dilma, Lula e o PT deram uma rasteira nesses pobres coitados e eles sabem disso. Tardiamente, mas sabem...

Quer derrubar o governo?
 
Dia 15 de Março peça à Dilma pra sair!
 
 

terça-feira, 3 de março de 2015

Para animar o Impeachment

O vídeo a seguir é um rock bem legal para animar a galera no próximo dia 15 de Março. Fica como minha sugestão para o pessoal dos carros de som.


É isso aí!    Impeachment!!!

domingo, 1 de março de 2015

Rindo por último - 35



Meu pitaco:

Ah! Agora já entendi o porquê...
...apagaram até a luz no fim do túnel que Dilma inaugurou hoje. Ha! Ha! Ha!

sábado, 28 de fevereiro de 2015

"The Duck of Death"

Hoje vou falar de cinema; de cinema e de… política. Melhor, acho que vou arriscar um neologismo: polítcia!, como convém ao PT. Sigamos!.

Em 1992 foi lançado um dos melhores filmes que já vi – Unforgiven (Os Imperdoáveis) – direção de Clint Eastwood que também estrela o filme como o (ex-)celerado Bill Munny. Junto dele uma constelação de grandes atores como o inigualável Morgan Freeman (Ned Logan), o sempre excelente Gene Hackman (Little Bill Daggett) e David Harris (English Bob, “The Duke of Death”) sobre cuja personagem falarei mais a seguir.

Um filme tão bom não passaria despercebido. Unforgiven recebeu nove (!) indicações para o Oscar e venceu quatro: Melhor Diretor (Clint Eastwood), Melhor Ator Coadjuvante (Gene Hackman), Melhor Fotografia (Clint Eastwood) e Melhor Edição (Joel Cox). Também foi indicado para duas categorias do Globo de Ouro e venceu duas: Melhor Diretor (Clint Eastwood) e Melhor Ator Coadjuvante (Gene Hackman). Realmente um filme campeão. Quem não viu, veja! Quem já viu, veja novamente. É memorável.

Num parágrafo anterior eu disse que falaria mais sobre o personagem de David Harris
mais inglês do que nunca no filme , intérprete de English “The Duke of Death” Bob. Seu papel no filme não é longo, mas serve de preâmbulo para a entrada em cena de Little Bill Daggett, personagem de Gene Hackman. English Bob seria uma daquelas muitas “armas a soldo” que fizeram a fama do Velho Oeste americano e que adorava exibir sua boa pontaria, sua destreza no uso das armas e seus feitos passados, isto é, os pistoleiros que ele havia matado. O Duque da Morte (English Bob era monarquista incorrigível) se fazia acompanhar de um “biógrafo” – W. W. Beauchamp, personagem de Saul Rubinek – que tomava nota de suas bravatas e editava a publicação ilustrada “The Duke of Death”. Jactar-se dos próprios feitos e externar o desprezo imensurável por pelo povo americano – "trogloditas que sequer tinham um rei" –, além de ver publicadas suas façanhas, este era o prazer do sedicente “Duque”.

Ao adentrar Big Whisky, cidade onde Little Bill Daggett (Gene) é xerife, English Bob desrespeita um aviso de que “armas são proibidas na cidade”, o que ele olimpicamente desconsidera. Afinal, ele era o “Duque da Morte”. Quem ousaria desarmá-lo? Bom, Little Bill aceita o desafio. Devidamente coberto por diversos auxiliares armados, ele rende English Bob, desarma-o, aplica-lhe uma tremenda surra em público e o mete todo quebrado e sangrando na cadeia. Encarcerado Bob, Little Bill revista seus pertences e descobre uma brochura de “The Duke of Death”, título das
memórias” de Bob que ele, provocativamente, pronunciava como “The Duck of Death” ou “O Pato da Morte”. É… também lá “pato” é sinônimo de otário. Esses bípedes palmípedes da fauna mundial são usados para figurar a idiotice porque são fáceis de enganar, capturar e matar, daí o trocadilho provocativo de Little Bill.

A palavra
“pato” tem farto uso na língua inglesa. Um presidente – na verdade qualquer mandatário de cargo eletivo em final de mandato – é cognominado “lame duck” que aqui traduzem como “pato manco”, erroneamente no meu entender. A expressão “pobre coitado” seria mais apropriada. Outro uso de “pato” no Inglês é “sitting duck” ou “pato imóvel”. Ora, o bicho já é parvo, fácil de enganar, capturar e matar, e ainda fica parado! Não por outra razão esta é uma expressão comum entre atiradores de todos os naipes para indicar o tiro fácil, a morte certa do alvo. Pois assim é…

A esta altura, você leitor deve se perguntar: e onde é que entra a política, ou a polítcia, como mencionado no início? Ora, é porque quero mandar um aviso ao Duque, ao Renato Duque, o “homem do Zé Dirceu na Petrobrás”, como a ele se referiu o Diogo Mainardi. Eu acredito que ele se sinta o próprio “Duque da Morte” de Os Imperdoáveis. Depois que foi tirado da cadeia, por intervenção direta do Babalorixá de Banânia, ele pode se achar o tal, mas não é! Na minha modesta opinião, Lula não o tirou da carceragem da Polícia Federal para aliviar o pescoço do “amigo”. Na minha opinião, Lula quer tornar o “Duck of Death” do PT em “sitting duck”. É isso o que é Duque fora da cadeia: um alvo fácil, um caso de polítcia, como aquele do Celso Daniel.

Um bom final de semana a todos!