sexta-feira, 13 de março de 2015

Pão, mortadela e tubaína

A petezada (e a petralhada também) odeiam quando dizem que as manifestações em apoio à sua causa (roubar?) só conseguem manifestantes comprados. Vejam o que noticiaram no Valor :

Dezenas de manifestantes já começaram a se reunir na avenida Paulista, na cidade de São Paulo, nesta sexta-feira, onde haverá à tarde um ato organizado por sindicatos e movimentos sociais como CUT e MST em defesa da democracia e da manutenção de Dilma Rousseff na Presidência da República. Perto do prédio da Fundação Cásper Libero, pessoas com um balão gigante da CUT nas mãos afirmaram ter recebido R$ 35 para participar da manifestação.

É o caso de Edmilson Barbosa, desempregado, que viu na participação do ato desta sexta um “bico” para ajudar em sua renda. Barbosa disse que um ônibus pegou os trabalhadores no bairro do Brás e os levou até a Paulista. Entre as pessoas contratadas para segurar balões estão imigrantes que não falam português.

         [...]

Ei! Você aí. Me dá um dinheiro aí...

Putz! 35 reais (10 dólares!) inteirinhos, pra ficar segurando um balão sob sol e chuva? Como é magnânima essa CUT feitora de escravos...

No Rio foi um pouco melhor. O Antagonista noticiou que lá pagaram mais para "defender" a Petrobrás e a Dilma:

A Folha de S. Paulo registrou a imagem de distribuição de dinheiro na manifestação patriótica de hoje:

"No protesto do Rio, militantes do Sindipetro NF (Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense) recebem dinheiro de um coordenador do sindicato. A distribuição parou quando a reportagem se aproximou. Mateus Silva, 18, contou que veio de Campos dos Goytacazes, norte fluminense, e diz ter recebido R$ 50 para vir em um ônibus para o protesto. Ele afirmou estar desempregado".

Quanto mais desemprego, mais "militantes"


Pois assim é! Se não tiver pão, mortadela e tubaína, não tem Lula, nem Dilma e nem PT. O PT e seus acólitos não passam de uma fraude.


Domingo é dia de apito e panelaço!

Chegou a hora de desentocar os ratos!

Rindo por último - 42


Dilma 7% Rousseff e o seu destino...


Meu pitaco:

93% de desaprovação, aos 2½ meses de governo...
...é inédito até para alguém "eleita" de raspão. Ha! Ha! Ha!

quinta-feira, 12 de março de 2015

Rindo por último - 41


7% é o que Dilma, Lula e o PT ainda conseguem enganar...

Meu pitaco:

Dilma está a caminho de se tornar uma unanimidade burra...
...não, só unanimidade; burra ela já é. Ha! Ha! Ha!

JAMAIS ENTREGUE SUA ARMA!

Pré-pitaco:

Estou repassando uma mensagem recebida que julgo importante. No meu comentário, logo após, arremato. Grifos meus.


JAMAIS ENTREGUE SUA ARMA


UM FUZIL ATRÁS DE CADA ÁRVORE!

Por Gelio Fregapani


Consta da História que, durante os preparativos japoneses para a guerra foi sugerido realizar uma invasão da costa oeste dos EUA antes que este pudesse mobilizar seus recursos, ao que se opôs o Almirante Yamamoto: “Seria impossível!” disse ele. “Encontraríamos um homem com um fuzil atrás de cada árvore.”


Yamamoto conhecia bem a alma dos Estados Unidos (pelo menos a daquele tempo). Sabia que lá os caçadores e os atiradores esportivos formavam o maior exército mobilizável do mundo, que cada família costumava ter mais de uma arma pronta em casa, um verdadeiro exército sempre de armas na mão, sem necessidades logísticas, conhecedor como ninguém do terreno e que tornaria impossível a ocupação inimiga do território pátrio.


Ainda hoje, mais de 750 mil caçam nos bosques da Pensilvânia e mais de 700 mil em Michigan. Só no estado de Wisconsin, seus 600 mil caçadores formam o oitavo maior exército do mundo, com mais homens em armas do que tem o Irã. Mais do que o tem a França e a Alemanha somados. Somando mais 250 mil caçadores em West Virginia se percebe que os caçadores desses quatro estados, por si só, já constituem o maior exército do mundo. E acrescentando os atiradores e caçadores de outros estados serão muitos milhões!


Claro, aconteça o que acontecer, os EUA estarão a salvo de uma invasão estrangeira enquanto contarem com esse “exército territorial”. Por isso que todos os inimigos, estrangeiros e nacionais, querem vê-los desarmados. O controle de armas é estratégia fundamental para quem quer dominá-los.


De forma geral, os caçadores possuem as mesmas habilidades individuais necessárias aos soldados, possuem eficácia de tiro, estratégias de combate, sobrevivência e camuflagem. Mesmo sem contar com as Forças Armadas são um invencível exército no solo de sua pátria, que garante também os direitos dos cidadãos, a liberdade, a ordem pública e até a democracia, mas principalmente a soberania territorial, contra qualquer aventura de invasão.


– Qual o exército invasor por grande que seja gostaria de enfrentar 50, 60 ou 90 milhões de cidadãos armados? [O mesmo se aplica às forças internas. Veja meu pitaco abaixo.]


Para o bem da sua liberdade, os americanos nunca permitirão o controle ou o confisco de suas armas. Aqui no nosso País quando os cidadãos de bem se desarmaram, as taxas de homicídios cresceram e as organizações criminosas estenderam seus tentáculos e se instalaram no aparelho do Estado. Submetemo-nos ingenuamente, caindo na balela da propaganda oficial de redução da criminalidade, ao devolvermos até nossas armas de autodefesa num desarmamento imposto pelo Governo, aumentando ainda a nossa vulnerabilidade. Claro, com um pouquinho de senso comum usaríamos também a caça e o tiro ao alvo como implemento à segurança nacional. Poderíamos contar com milhares de garimpeiros na Amazônia se não os desarmássemos e se não os hostilizássemos. Ainda bem que no Rio Grande do Sul ainda existem caçadores.


Tal como nos EUA, nossos inimigos querem nos desarmar. Só que aqui eles estão conseguindo, e nos convencendo a não resistir para preservar a vida. Quanto a segurança pública, a simples expectativa de reação armada já evitaria grande parte dos crimes comuns.


Povo desarmado é povo submisso! Facilmente se torna povo submetido.


Esta é uma mensagem enviada pelo Instituto Endireita Brasil.

Visite o nosso site:  www.emdireitabrasil.com.br

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Meu pitaco:

Eu começo com a frase:

"Quando todas as armas forem propriedade do governo, este decidirá de quem serão as outras propriedades." (Benjamin Franklin).

Batata! Franklin sabia bem que essa conversa de "todo poder emana no povo" tem que estar apoiada em algo mais ou não passará de cascata. E pergunte-se: não está o (des)governo atual — assim como os próximos passados —, fazendo exatamente isto? Não distribuem ao seu bel prazer o patrimônio da Nação para compadres e puxa-sacos? Fazem e o fazem com desenvoltura e descaramento, porque sabem que a população desarmada não tem como reagir.

Em todos os governos revolucionários — podemos começar com a Revolução Russa de 1917 e vir até o (des)governo bolivariano da Venezuela —, a população foi previamente desarmada para sua instalação. Nós estamos em meio a este processo, acredite você ou não.

Já se perguntou porque chineses, cubanos, norte-coreanos e que tais nunca se rebelaram? O máximo que fazem, quando conseguem, é fugir. Fugir é o que resta quando não se pode lutar, e por não poderem lutar é que morrem aos milhões.

O mundo se arrepia até hoje com o Holocausto Judeu. Os 6 milhões mortos pelo nazismo são uma pálida cifra perto dos 20 milhões mortos pela União Soviética; pelos 65 milhões — a maioria de fome — de chineses pela República Popular da China (Mao); 5 milhões pela Coreia do Norte, Camboja e Vietname; além de números menores na Europa Oriental, América Latina, África e Oriente Médio, totalizando 95 milhões de vítimas! Nenhum outro regime na História da Humanidade foi mais homicida que o Socialismo. Nas palavras de Stéphane Courtois, "…os regimes comunistas tornaram o crime em massa uma forma de governo".

Volto a perguntar: teriam eles tamanha desenvoltura e "eficiência" se, como dito no texto acima, "[houvesse] um homem com um fuzil atrás de cada árvore?" Acho que não. São covardes; facínoras mas covardes.

Mantenha sua dignidade ainda que à custa das armas!

quarta-feira, 11 de março de 2015

Como responder a um ser abjeto


Pré-pitaco:

Poucas pessoas na mídia são tão abjetas quanto esse Juca. Bem, ultimamente têm aparecido várias a soldo do governo para tentar esgrimir letras, mas não acredito ser o caso desse senhor. Assim como outras figuras de renome citadas na carta abaixo, Juca não precisa ser pago para ser abjeto.

O texto que se segue é de autoria de João Luiz Mauad e foi publicado no Instituto Liberal. Comento depois, grifos meus.


Carta aberta a Juca Kfouri

Prezado senhor,

O que me traz é um artigo de sua lavra, a mim enviado por um amigo petista que, coitado, tem-se agarrado a tudo que possa amenizar um pouco o imenso constrangimento por que tem passado depois de ajudar a eleger a sua “presidenta” para mais um mandato de 4 anos.

Não tenho qualquer pretensão de convencer este meu amigo do seu (dele) mau julgamento político, pois o infeliz se encontra absolutamente contaminado pelo que os americanos chamam de “partidarismo”.  Ele torce e defende o PT como quem torce e defende um clube de futebol, completamente cego a argumentos ou fatos que possam “contaminar” a sua (dele) paixão.

Tampouco pretendo convencê-lo de nada, Sr. Kfouri.  Minha intenção é tentar demonstrar aos demais que nos leem o quanto seus argumentos e diatribes estão equivocados, bem como defender-me de algumas acusações que o senhor faz aos brasileiros em geral, e às elites, em particular.  Para tanto, separei alguns trechos do seu artigo (em vermelho) para comentar:

“Nós, brasileiros, somos capazes de sonegar meio trilhão de reais de Imposto de Renda só no ano passado. Como somos capazes de vender e comprar DVDs piratas, cuspir no chão, desrespeitar o sinal vermelho, andar pelo acostamento e, ainda por cima, votar no Collor, no Maluf, no Newtão Cardoso, na Roseana, no Marconi Perillo ou no Palocci.”

Fale por si, seu Juca.  Não generalize, por favor.  Não sei da sua vida, mas esse “nós, brasileiros” me é ofensivo.  Não sou nenhum santo que jamais avançou um sinal ou nunca andou em velocidade maior que a permitida, mas não sonego impostos, não compro DVDs piratas, não cuspo no chão e não votei nessa turma que o senhor elenca, assim como nunca votei no Lula ou na Dilma.

“O panelaço nas varandas gourmet de ontem não foi contra a corrupção. Foi contra o incômodo que a elite branca sente ao disputar espaço com esta gente diferenciada que anda frequentando aeroportos, congestionando o trânsito e disputando vaga na universidade. Elite branca que não se assume como tal, embora seja elite e branca. Como eu sou”.

Em primeiro lugar, considero-me um membro da elite, sim, com muita honra.  Tive a sorte de poder estudar e formar-me em nível superior.  Leio mais de cinco livros por ano e minha renda é superior à média nacional.  Quanto a esse negócio de “elite branca”, trata-se de uma enorme bobagem, para não dizer de um clichê preconceituoso e boboca.  Ninguém deveria ser acusado ou cobrado por algo sobre o qual não tem qualquer ingerência.  Eu jamais o acusaria de ser feio, bonito, alto, baixo, branco preto, etc. São qualidades (ou defeitos, dependendo do ponto de vista), sobre os quais não podemos fazer nada.  Simplesmente, nascemos assim.  A propósito, tenho bons amigos negros que pensam muito parecido comigo.

O senhor diz que o panelaço não foi contra a corrupção.  Eu lhe digo que foi também contra a corrupção, mas foi principalmente uma reação das pessoas com algum senso moral ao imenso estelionato eleitoral de que o país foi vítima.  Durante meses escutamos a sua candidata repetir que, se o seu (dela) adversário vencesse, teríamos “tarifaço”, aumento de juros, tunga nos direitos trabalhistas, aumento de impostos, aumento dos combustíveis, etc. E o que tivemos depois que ela foi reeleita?  Tudo aquilo e mais um pouco. Ou seja: ela pode mentir e enganar as pessoas a vontade, e nós devemos permanecer quietos.  Certo?

Mas o panelaço foi também uma reação plenamente justificável aos atentados contra a nossa inteligência cometidos pela sua “presidenta” e seus marqueteiros.  Aquele negócio de dizer que a culpa pela corrupção generalizada do governo era do FHC, ou que a indizível roubalheira na Petrobrás só se tornou pública porque ela mandou apurar, é muita cara-de-pau.  Se o senhor gosta de ser chamado de idiota, é problema seu.  Mas não queira que todos tenhamos o mesmo (mau) gosto.

“Como Luís Carlos Bresser Pereira, fundador do PSDB e ex-ministro de FHC, que disse: “Um fenômeno novo na realidade brasileira é o ódio político, o espírito golpista dos ricos contra os pobres.”… Surgiu um fenômeno nunca visto antes no Brasil, um ódio coletivo da classe alta, dos ricos, a um partido e a um presidente.  Não é preocupação ou medo. É ódio. Decorre do fato de se ter, pela primeira vez, um governo de centro-esquerda que se conservou de esquerda, que fez compromissos, mas não se entregou. Continuou defendendo os pobres contra os ricos. O governo revelou uma preferência forte e clara pelos trabalhadores e pelos pobres.”

Vou confessar-lhe uma coisa: estou, sim, com ódio do PT .  Mas não por causa de um suposto espírito golpista contra os pobres.  Meu ódio é porque, ao contrário do que o senhor alega, o seu partido jogou fora doze anos de governo sem que tivesse feito quaisquer das reformas estruturais de que o país tanto precisa, e cujos principais beneficiados seriam justamente os mais pobres que o senhor se jacta de defender.

Seu partido está há doze anos no poder e nada fez para melhorar a educação pública básica.  Ao contrário, o fosso entre a educação de ricos e pobres só fez crescer.  Seu partido nada fez para melhorar a produtividade da nossa mão-de-obra , única forma comprovada de fazer crescer a renda real dos trabalhadores.  Nada fez para reduzir a enorme (e regressiva) carga tributária indireta, que afeta muito mais os pobres que os ricos.  Nada fez para melhorar o ambiente de negócios no país, para permitir que pequenos e médios empreendedores pudessem levar à frente os seus empreendimentos.

A única coisa que vocês fizeram pelos pobres foi aumentar o alcance do Bolsa Família, um programa que serve muito mais para torná-los dependentes do seu partido do que propriamente para tirá-los da pobreza.  Chega a ser um acinte que vocês comemorem como algo honroso o fato de termos quase metade da nossa população direta ou indiretamente dependente desse programa.  É pavoroso que vocês comemorem o aumento do número de brasileiros recebendo a Bolsa, e não a sua redução.

Ao mesmo tempo, o PT torrou rios de dinheiro com o “andar de cima” (para usar uma expressão de que a trupe petista tanto gosta).  Compare o volume dos empréstimos subsidiados do BNDES às grandes empresas com o volume de repasses do “Bolsa Família” durante todos esses anos e depois me diga quem são os principais beneficiários das políticas públicas petistas (em 2013, por exemplo, o governo desembolsou $13,8 bilhões para o Bolsa Família e $190 bilhões em empréstimos subsidiados para as empresas).  Sem falar dos bilhões e bilhões de dólares jogados no ralo por contratos superfaturados com mega empreiteiras e esquemas de corrupção como “nunca antes nesse país”.

“Nos dois últimos anos da Dilma, a luta de classes voltou com força. Não por parte dos trabalhadores, mas por parte da burguesia insatisfeita.  Quando os liberais e os ricos perderam a eleição não aceitaram isso e, antidemocraticamente, continuaram de armas em punho. E de repente, voltávamos ao udenismo e ao golpismo.”

Não, meu caro.  A luta de classes voltou pelo discurso raivoso do ex-presidente Lula.  São vocês que, quando acuados, só enxergam a saída do “nós contra eles”, do eterno Fla x Flu.  Até porque única e verdadeira luta de classes que existe atualmente é entre aqueles que pagam impostos e aqueles que os consomem, sem prestar minimamente os serviços que deveriam.  A propósito, como andam a segurança pública, a saúde e a educação?  Pelo visto, o senhor deve morar em outro país…

“Nada diferente do que pensa o empresário também tucano Ricardo Semler, que ri quando lhe dizem que os escândalos do mensalão e da Petrobras demonstram que jamais se roubou tanto no país. “Santa hipocrisia”, disse ele. “Já se roubou muito mais, apenas não era publicado, não ia parar nas redes sociais”.

O senhor, por acaso assistiu ao depoimento do réu confesso, Pedro Barusco, ontem na CPI da Câmara?  Provavelmente, não.  Mas foi estarrecedor.  O PT certamente não inventou a corrupção. O que este partido fez, como nenhum outro, foi torná-la uma política de Estado, uma instituição permanente, operada de cima para baixo, com o intuito de operar a perpetuação no poder.  A corrupção deixou de ser um assunto pessoal para tornar-se institucional.

“Sejamos francos: tão legítimo como protestar contra o governo é a falta de senso do ridículo de quem bate panelas de barriga cheia”.

Quer dizer então que elites, ou melhor, gente que não seja pobre ou de esquerda, não pode protestar ou reivindicar qualquer coisa?  Essas são prerrogativas exclusivas dos pobres?  Não sei quantos anos o senhor tem, mas eu vivi numa época em que as elites foram para as ruas pedir anistia.  Foram para as ruas pedir eleições diretas.  Foram para as ruas pedir o impeachment do Collor (não por acaso aliado atual do PT).  Naquela época as elites letradas faziam a sua parte, chamando a atenção do país em geral para as causas certas, né?  Hoje, como nossas causas são diferentes das suas, devemos ficar em casa e assistir inermes a esse espetáculo de roubalheira e hipocrisia?

Não, senhor.  Sou brasileiro como qualquer outro.  Rico, pobre, branco ou preto.  Pago tanto ou mais impostos do que o senhor e tenho todo direito de ir para a rua protestar contra esse descalabro em que se transformou o Brasil sob a sua “presidenta”.  Pelo bem dos meus (e dos seus) filhos e netos, tenho obrigação de ir para a rua bater panelas, tocar buzinas, enfim, demonstrar a minha contrariedade pela transformação do Estado brasileiro num antro de ladrões, demagogos e hipócritas.

Passe bem!


Meu pitaco:

Há pouco a dizer. João Mauad esgotou o assunto e deu uma aula ao boçal que nos acusa de sermos sibaritas, justo quando o maior sibarita do Brasil é o de nove dedos. Afirma que somos uma sociedade dividida entre ricos e pobres, dos com e dos sem fome. Balela! Tosca mentira! Se há uma divisão — e é bom que haja! — é entre pessoas honestas, trabalhadoras e gatunos, corruptos e exploradores. Os primeiros são aqueles diuturnamente gigolados pelo Estado, esbulhados no seu salário (como pela não correção da tabela do IR), nos ganhos do pequeno negócio (o Simples é só a forma mais simples de roubar de quem produz), e por aí vai... E o outro lado? Ora, o PCC paulista está envergonhado...

O governo petista atua em larga escala. Quando pensávamos que o Mensalão era o non plus ultra, surge o Petrolão, desde já aclamado o maior caso de ROUBO da História Mundial! O Mensalão virou pequenas-causas, pasmem! Achou pouco? Está para sair, mais dia, menos dia, o Eletrolão e o BEENEDEESSÃO (ufa!) — a patota é a mesma!

Juca é só mais um afetadinho que se sente mal pela sua "boa sorte". Gente de esquerda é assim; sentam em suas "varandas gourmet" e escrevem boçalidades que o UOL "uola". Eu não! Não me misturo mesmo com a canalha do seu gosto, Kfouri. Prefiro bater panelas mesmo que não tenha uma "varanda gourmet".

Passe mal!