quinta-feira, 19 de março de 2015

E a resposta não demorou!


Vocês viram o vídeo daquele sacripanta? Pois a resposta veio a cavalo, de uma moradora de Porto Murtinho, terra onde o pai do Pagliaccio é prefeito!



Meu pitaco:

Pois é, canalha! Tá com medo agora? Vem Pra Rua! Ha! Ha! Ha!

Ridi pagliaccio


Depois da portentosa manifestação de Domingo último já esperava por coisa assim, mas confesso, o baixo nível do proxeneta surpreendeu-me e não somente a mim. Veja o texto de hoje d'O Antagonista:

Esse desclassificado do vídeo abaixo chama-se Marcelo Heitor Silvestre dos Santos. Ele é sobrinho do deputado federal Zeca do PT, parente de Vander Loubet (citado na lista do petrolão) e filho de Marcelo Miranda dos Santos, prefeito de Porto Murtinho, em Mato Grosso do Sul. No seu carrão esportivo, o coxinha petista zomba das manifestações contra Dilma Rousseff. O Antagonista chama a atenção para as fungadas constantes do desclassificado. Muita farinha, provavelmente.



Meu pitaco:

Convenhamos, chamar o biltre de "desclassificado" é muita consideração d' O Antagonista. O sacripanta está é aliviado que a teta onde ele e a famiglia mamam ainda não secou. Não secou ainda, mas vai secar! E se você soubesse ler poderia ver nesse link que nem só de panacas como você o mundo é feito. Espero seu próximo vídeo, pagliaccio.

Pois é isso aí, gente. É dessa canalha que é feito o Partido dos Trabalhadores: de trabalhadores que não trabalham (só roubam), estudantes que não estudam (só ruminam) e intelequituais que não pensam (e lá ninguém pensa mesmo), como disse uma vez Roberto Campos.

E quanto às fungadas, lembrei-me dos achaques na última campanha. Como é mesmo aquela máxima? "Xingue-os do que você é, acuse-os do que você faz." Ah! Já entendi o porquê das fungadas...

Não é que o buraco seja mais em baixo; é outro

Recebo um e-mail enviado por dileto amigo esta manhã. Nele apenas uma imagem de dois palácios presidenciais e números com a força de trabalho de cada um, o daqui dez (10!) vezes maior que a do outro.


Nem me dei ao trabalho de confirmar a veracidade dos números; sei que o Brasil é um país de superlativos, especialmente quando se trata de gastar o dinheiro alheio ou mesmo de roubá-lo. Se faltar — todos sabem — há muito mais de onde veio o que acabou-se.

É bom deixar claro: o que está acima não é uma exclusividade do petismo, mas um vício que nos persegue desde quando D. João VI aqui chegou fugindo de Napoleão. A malversação da coisa pública, em especial do erário, vem crescendo desde então. A situação do Estado vem se agravando sistematicamente, ano após ano. Vejam estes dados (grifos meus):

"O governo da presidente Dilma Rousseff conta atualmente com mais de 107 mil cargos ocupados por pessoas que foram empregadas por livre nomeação, ou seja, sem a necessidade de comprovar conhecimento e habilidades específicas através de concurso público ou apresentação de títulos. Todas as indicações para os chamados cargos comissionados são feitas por integrantes de partidos governistas e da base aliada, mas o PT, por razões óbvias, mantém maior expressividade nas indicações realizadas. Com pagamentos que variam entre 1 e 40 salários mínimos (R$788,00 a R$31.520,00), a interminável lista de empregos por indicação sobrecarrega mensalmente os cofres públicos."

Sabendo que aqui no Brasil, o custo da folha de pagamentos onera o empregador (o governo, por via direta, e nós, por via indireta) em dobro, podemos estimar um gasto da ordem de 3,5 milhões/mês (conta de padaria) somente com salários dessa gente, nem quero pensar no custeio operacional que eles acarretam no "desempenho de funções".

Voltemos à imagem acima. Dez vezes mais é um achaque, palavra da moda graças ao ex-ministro-relâmpago Cid Gomes. Do lado de lá temos um palácio que serve ao mesmo tempo de residência oficial da Presidência, com toda sua entourage, assim como "escritório de despachos" do governo. Lá também estão abrigados os assessores diretos do presidente, da primeira-dama, seguranças e que tais. Todos somados, resultam num número de 460 pessoas. Nada mal, considerando que este era o número de funcionários da fábrica de Coca-Cola onde trabalhei em 1974. Mas tem mais...

Essa pessoas são para o suporte do homem mais poderoso da Terra. Os Estados Unidos da América são a maior economia do planeta, a maior potência bélica, fabril, científica, acadêmica, etc. Decidem, intercedem ou influenciam todos (ou quase todos) países do mundo e mais. A Presidência desse portento faz tudo isso com 460 pessoas. E quanto a nós?

Nós precisamos de dez vezes mais; 4.600 pelegos mamando às nossas custas que sequer CABEM fisicamente dentro do palácio. Devem ser (são!) 4,6 mil incompetentes porque, apesar de tanta gente, sequer influenciamos os países vizinhos. Na verdade, somos pautados por eles, "anões diplomáticos" que somos. E é bom ressaltar: são quase 5 mil pessoas APENAS para o Palácio do Planalto! Nossa governanta ainda tem a seu serviço toda a entourage do Palácio da Alvorada e da Granja do Torto, sem falar no pessoal do "Planaltinho" em São Paulo, agora sem a Rose. Assim é Banânia...

E por que estou gastando o vernáculo tecendo essas comparações? Porque em lugar de CORTAR custos supérfluos, nosso ministro Joaquim "Mãos-de-Tesoura" Levy resolveu cortar nossos já parcos proventos, seja pelo aumento da tributação direta (fim de desonerações, aumentos de PIS, COFINS, CSLL, IPI, II e IOF), ou indireta (não correção da tabela do IR e inflação). O ministro deveria ao menos TENTAR imitar o gigante do Norte e reduzir a caterva planaltina em 10 vezes para começar, fazer o mesmo com os ministérios (de 8 a 12 ministérios tá bom demais), e assim, poder exigir maior parcimônia dos demais Poderes.

Somente após tudo isso é que se deveria cogitar em aumento de tributos, não sem antes penitenciar-se bastante, talvez até com uso do cilício.


Meu pitaco:

Entendeu, senhor ministro. O buraco onde o senhor deve botar a mão à busca de dinheiro não fica mais embaixo... Fica noutro lugar, aí mesmo ao seu lado. Pode começar com o buraco da Dilma.

quarta-feira, 18 de março de 2015

Quer que desenhe?

O dia 15 de Março já é passado mas continua na ordem do dia. Setores importantes da sociedade — e não apenas o governo — ainda não entenderam o que aquela manifestação significou. Primeiro pela espontaneidade; ela partiu da vontade legítima do povo em demostrar sua inconformidade, seu desconforto com o status quo.


Mais direto, impossível.

Segundo pela amplitude; havia lá gente de todas as idades, raças, credos, ideologias e situação econômica. Só isso desmitifica a falácia de diferentes Brasis, de preconceitos de raça e credo — eram brasileiros direitos lutando contra uma quadrilha encastelada no poder —, não um "movimento de direita", reducionismo absurdo atrás do qual os "movimentos progressistas" — Deus nos livre deles! — se escondem frequentemente.


É só sair! Não espere pelo pontapé...
Terceiro, pelo foco. A manifestação de Domingo não foi aquela coisa anárquica de meados de 2013, quando uns queriam o passe-livre sem saber quem pagaria mais por isso. Outros diziam que não era por conta dos 20 centavos, mas por "outras coisas". Também haviam os que bradavam "Não vai ter Copa!" e também "Queremos educação e saúde padrão FIFA!", seja lá o que isso possa significar; talvez como naquelas metáforas futebolísticas do Lula... Não! A mensagem era clara: Fora PT! Fora Dilma! Lula ladrão! E como bem lembrou Olavo de Carvalho, "Fora Comunismo!" Sim, havia um claro repúdio subliminar ao pensamento marxista em cada uma das frases, e não apenas isto.



Setores da mídia ousaram (desculpem-me, não há outra palavra) criticar a manifestação. Já citei AQUI o equivocado comentário da Viviane Mosé na CBN e, alguns dias atrás, o Luiz Carlos Prates chamou a manifestação de "micareta". Sei... Prates queria "ver sangue nos olhos e ranger de dentes" do populacho. Acho que uma manifestação cívica e ordeira, com a contundência de mais de 2 milhões de participantes em todo o País não serve para ele. É fácil ter "sangue nos olhos" atrás da bancada do telejornal do SBT Santa Catarina; isto, ou o Prates viu outra "micareta". Porém, o mais gritante foi a Folha. A Folha de São Paulo quis jogar águas-Frias (o trocadilho é meu, não resisti) sobre a avalanche de protestos e só conseguiu irritá-los ainda mais. Primeiro, com a absurda alegação do seu instituto de pesquisas, o Datafolha, que haviam 210 mil na Paulista. Ora, na Sexta anterior, o mesmo Datafolha disse haver 41 mil manifestantes na manifestação chapa-branca PT-CUT-MST em defesa (pasmem!) da Petrobrás, quando a Polícia dava minguados 12 mil apesar da distribuição de sanduíches de mortadela, tubaína e DINHEIRO! O Datafolha tem uma maneira sui generis de calcular multidões... Numa, eles multiplicam por 4; noutra, eles dividem por 5... Não entendi... Será que foi pela falta de balões? E segundo, e pior, a Folha entendeu que o alvo dos manifestantes era apenas a CORRUPÇÃO, não Dilma e o PT. Heeeinn?!!



Pois foi justamente o contrário! Cacete, é claro que todos ali queriam e querem o fim da corrupção, mas CORRUPÇÃO não é um ente per si, é o resultado da vontade de entes de fato. Quem? Quem? Ora, o PT — latu sensu — e o seu "instrumento de poder" do momento, Dilma Rousseff. Será preciso desenhar?!! Está aí a razão dos incontáveis cartazes "FORA PT!", "FORA DILMA!", "LULA LADRÃO!": a população já identificou a raiz do mal. PT, LULA E DILMA ROUSSEFF SÃO A CAUSA DA CORRUPÇÃO. Qualquer tentativa de se acabar com a corrupção, com o roubo institucionalizado, com o aparelhamento de Estado etc., SEM REMOVER O PT DO PODER, está desde já condenada ao fracasso.



Nós sabemos disso. Mais direto, impossível. Putz!

terça-feira, 17 de março de 2015

Terceiro turno só se for com o povo!

Abaixo está um vídeo com a entrevista dos líderes dos movimentos por trás da gigantesca manifestação do dia 15 de Março. Imperdível!




Meu pitaco:

Assistam e repassem, sem moderação!
Imperdível e obrigatório!