No vídeo que segue vocês verão e comprovarão o que sumidades "itelequituais" do Brasil vaticinaram sobre a campanha Bolsonaro. Que eu me lembre, somente eu e uma outra meia-dúzia de pés-rapados foram os que disseram que esses portentos da "ciência política" não sabiam do que estavam falando.
terça-feira, 30 de outubro de 2018
segunda-feira, 29 de outubro de 2018
O hoje depois do ontem
Um dos meus irmãos é um fanático torcedor do Cruzeiro. Vê-lo assistir a uma partida do seu time é um evento em si, nunca vi algo sequer parecido. Como não sou um apreciador do ludopédio sempre me divirto mais em assisti-lo do que à partida, e é com esta imagem em mente que acompanhei, nalgumas mídias, as caras e bocas de diversos "personagens" desta campanha eleitoral que acabou.
domingo, 28 de outubro de 2018
Acabou!
Pois é, acabou. Meu estômago, agora calmo, sente a esperança renascer mais uma vez.
Estou aliviado — é verdade —, mas recordo que a mesma euforia que assisto agora não é diferente daquela de 2002 quando Lula foi eleito pela primeira vez, inclusive com meu voto.
Desta vez não estou eufórico, não soltei fogos, nem estou alegre. Sinto apenas que um enorme peso saiu dos meus ombros e só.
Conheço muita gente que está do lado perdedor e não me apiedo deles. É chegada a sua vez de conviver com a vergonha e com a derrota. Aprendi com meus erros — é verdade —, mas só consegui corrigi-los agora, 16 anos depois.
Que o eleito corresponda aos anseios de 57+ milhões de brasileiros que votaram nele, mas que não se esqueça dos demais 47 milhões — fraudes à parte — do lado perdedor. Essa enorme minoria não deve ser defenestrada mas recuperada do mau caminho. Dê a todos nós brasileiros emprego e segurança, que não apenas corrigirão injustiças como também grafarão seus nomes na História. A oportunidade é única. Lula a teve e a desprezou por trinta dinheiros.
Aguardo, serenamente, que Jair Messias Bolsonaro resgate a minha fé nos homens, a mesma fé que o agora presidiário roubou. Não o repita, por favor.
Feliz mandato, Presidente Capitão!
Estou aliviado — é verdade —, mas recordo que a mesma euforia que assisto agora não é diferente daquela de 2002 quando Lula foi eleito pela primeira vez, inclusive com meu voto.
Desta vez não estou eufórico, não soltei fogos, nem estou alegre. Sinto apenas que um enorme peso saiu dos meus ombros e só.
Conheço muita gente que está do lado perdedor e não me apiedo deles. É chegada a sua vez de conviver com a vergonha e com a derrota. Aprendi com meus erros — é verdade —, mas só consegui corrigi-los agora, 16 anos depois.
Que o eleito corresponda aos anseios de 57+ milhões de brasileiros que votaram nele, mas que não se esqueça dos demais 47 milhões — fraudes à parte — do lado perdedor. Essa enorme minoria não deve ser defenestrada mas recuperada do mau caminho. Dê a todos nós brasileiros emprego e segurança, que não apenas corrigirão injustiças como também grafarão seus nomes na História. A oportunidade é única. Lula a teve e a desprezou por trinta dinheiros.
Aguardo, serenamente, que Jair Messias Bolsonaro resgate a minha fé nos homens, a mesma fé que o agora presidiário roubou. Não o repita, por favor.
Feliz mandato, Presidente Capitão!
sábado, 27 de outubro de 2018
Pitacos nas Eleições 2018 #29
O clima de "já ganhou!" e as minhas preces
Este será meu último post da série "Pitacos nas Eleições 2018". Não tocarei mais no assunto qualquer seja o resultado amanhã. Como já dito, continuo apreensivo. Meu ânimo e meu estômago não acreditam que esta fatura está liquidada e que o resultado do pleito será uma votação esmagadora contra o lulo-petismo.
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